Situação na Ucrânia é dramática com invasão russa

Veja as consequências da guerra para a ginástica rítmica

Reprodução Instagram

Como vocês devem estar acompanhando, a Rússia invadiu a Ucrânia nesta quinta-feira e deflagrou uma guerra entre os dois países. A situação ucraniana é dramática diante do poderio bélico russo. Algumas pessoas conseguiram fugir para países vizinhos, em especial a Polônia, mas muitos permanecem em suas casas. Desde ontem, foi imposta a Lei Marcial e os homens entre 18 e 60 anos já não podem mais deixar a Ucrânia, pois, provavelmente, terão de reforçar as forças armadas. Não há informações oficiais sobre o número de mortos nos bombardeios, mas a quantidade está na casa das centenas, incluindo muitos civis.

A guerra, obviamente, teve consequências para a ginástica rítmica. Duas competições que aconteceriam em Dnipro e em Kiev neste mês foram canceladas e a tradicional Deriugina Cup, que estava marcada para março, não parece mais na plataforma KSIS, que reúne informações sobre torneios de GR em todo o mundo.

Em suas redes sociais, ginastas e ex-ginastas ucranianas pediram apoio ao país pelas redes sociais. Vlada Nikolchenko manifestou preocupação com sua família que vive em Kharkiv. “Como ir para a cama agora, quando você não entende quais notícias vão te acordar de manhã”, disse. Já Anna Rizatdinova afirmou que não entrou em pânico até o último momento, pois acreditava que a guerra era algo impossível. Dirigindo-se diretamente ao povo de seu país, ela escreveu: “Nós, como você, temos medo, mas juntos nos abraçamos”. Outra estrela da GR, Anna Bessonova disse: “Eu acredito no melhor. Eu ​​acredito no mundo. Eu acredito que todos verão seus entes queridos sãos e salvos. Parem com esse horror”.

Melitina Staniouta, que é de Belarus, estava na Espanha quando os ataques começaram. A ginasta, que, há muitos anos, faz oposição explícita ao governo de Alexander Lukashenko, aliado da Rússia, teme sua volta ao país. Por isso, ela fez um apelo em suas redes sociais pedindo emprego em qualquer país do mundo para não ter que retornar a Belarus.

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